"Não existem sonhos impossíveis para aqueles que realmente acreditam que o poder realizador reside no interior de cada ser humano, sempre que alguém descobre esse poder algo considerado impossível se torna realidade". Albert Einstein

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Ruth Rocha

Fique por dentro
Ruth Rocha nasceu em 1931 na cidade de São Paulo. Filha dos cariocas Álvaro de Faria Machado, médico, e Esther de Sampaio Machado. Teve uma infância alegre e repleta de livros e gibis.

É graduada em Sociologia e Política pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Orientação Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.


Durante 15 anos (de 1956 a 1972) foi Orientadora Educacional, onde pôde conviver com os conflitos e as difíceis vivências infantis e com as mudanças do seu tempo.


Publicou seu primeiro livro, “Palavras Muitas Palavras”, em 1976, e desde então já teve mais de 130 títulos publicados, entre livros de ficção, didáticos, paradidáticos e um dicionário. As histórias de Ruth Rocha estão espalhadas pelo mundo, traduzidas em mais de 25 idiomas.

Ganhou os mais importantes prêmios brasileiros destinados à literatura infantil da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, da Câmara Brasileira do Livro, cinco Prêmios “Jabuti”, da Associação Paulista de Críticos de Arte e da Academia Brasileira de Letras, Prêmio João de Barro, da Prefeitura de Belo Horizonte, entre outros.

Seu livro mais conhecido é “Marcelo, Marmelo, Martelo”, que já vendeu mais de 1 milhão de cópias.

Em 2002 ganhou o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil, da Fundação Bunge. Também nesse ano foi escolhida como membro do PEN CLUB – Associação Mundial de Escritores no Rio de Janeiro.

Atualmente é membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

AGENDA ESCOLAR 2014

Nossa AGENDA ESCOLAR 2014 chegou!!! Foi confeccionada com muito carinho e capricho para nossos alunos! Encontra-se a venda pelo valor de R$ 20,00 (vinte reais).

AGENDA ESCOLAR 2014

Nossa AGENDA ESCOLAR 2014 chegou!!! Foi confeccionada com muito carinho e capricho para nossos alunos! Encontra-se a venda pelo valor de R$ 20,00 (vinte reais). Todos nós sabemos

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Mãozinhas do 2° ano "B"

Nossos alunos do 2° ano "B" mostraram muita criatividade na confecção das mãozinhas. Parabéns Professoras Sônia e Dulci pelo trabalho com amor e dedicação!!!


















segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Bom Dia Todas as Cores!

Esta semana tivemos a apresentação dos professores e coordenação pedagógica. A leitura ¨Bom dia todas as cores¨foi feita de maneira lúdica e atrativa.






sábado, 8 de fevereiro de 2014

Inicio das Atividades do PROEITI

Srs. Pais e Responsáveis,

          Informamos que durante o mês de fevereiro o horário de aula será de 7h30 às 12h30. Esclarecemos que as atividades de Educação Integral em Tempo Integral - PROEITI terão inicio no dia 06 de março, após o feriado de Carnaval.
         Estamos a disposição para esclarecimentos.

     A Direção

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Chegou a Primavera!

Fique por dentro!
Primavera em Brasília

A Primavera começa dia 23 de setembro  e termina dia  21 de dezembro. Ah, essa é a estação mais florida do ano! Representa a época primeira, a estação que antecede o Verão. Com o fim do inverno, os voltam a ser mais longos e quentes. Este é o período em que os animais se reproduzem e constroem seus ninhos. Os insetos como as borboletas e abelhas, voam de flor em flor em busca néctar que as flores possuem. A temperatura não é tão baixa e nem tão alta fazendo da primavera uma época muito agradável.

sábado, 1 de setembro de 2012

Importância dos jogos

Conversando com a Família

Para Vygotsky, os jogos e brincadeiras têm funções efetivas no desenvolvimento da criança

Para Vygotsky, a brincadeira pode ter papel fundamental no desenvolvimento da criança. Seguindo a idéia de que o aprendizado se dá por interações, o jogo lúdico e o jogo de papéis, como brincar de “mamãe e filhinha” permite que haja uma atuação na zona de desenvolvimento proximal do indivíduo, ou seja, cria-se condições para que determinados conhecimentos e/ou valores sejam consolidados ao exercitar no plano imaginativo capacidades de imaginar situações, representar papéis, seguir regras de conduta de sua cultura (só a mamãe que pode colocar a filhinha de castigo), etc.

Assim, a criança se projeta no mundo dos adultos, ensaiando atividades, comportamentos e hábitos nos quais ainda não está preparada para tal, mas que na brincadeira permite com que sejam criados processos de desenvolvimento, internalizando o real e promovendo o desenvolvimento cognitivo.

Podemos considerar jogos voltados às atividades reprodutoras - com certa relação com a memória - e voltados às atividades criadoras, relacionadas à imaginação.


Assim, no espaço escolar, o jogo pode ser um veículo para o desenvolvimento social, emocional e intelectual dos alunos. O professor das fases iniciais pode – e deve -permitir a brincadeira. Entretanto, mais importante que isso é definir os objetivos que se deseja alcançar, para que este momento seja, de fato, significativo. “Ensinar a brincar”, de forma a mediar ações na zona de desenvolvimento proximal é uma forma de promover o crescimento de seu aluno.

Por Mariana Araguaia

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Stresse Infantil

Conversando com a Família



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A estrutura familiar moderna tem levado a uma diminuição do tempo de interação entre pais e filhos, empurrando os pais para um sistema de auto cobrança e culpas sem fim, ao mesmo tempo que fazem cada vez mais exigências às crianças, podendo gerar maior ansiedade e estresse.

É muito importante que os pais estejam atentos às situações de estresse a que seus filhos ficam expostos. Tais situações devem ser necessariamente proporcionais à habilidade, à maturidade, ao estágio de desenvolvimento e à resistência da criança.


O que é o estresse infantil?



O estresse em geral é uma reação do organismo diante de situações ou muito difíceis ou muito excitantes, que podem ocorrer em qualquer pessoa, independentemente de idade, raça, sexo ou situação sócio-econômica.

Em períodos de estresse, a harmonia do organismo fica afetada e cada órgão passa a trabalhar em ritmo diferente dos demais. Se esse estado se prolongar por muito tempo, há uma quebra do equilíbrio interior e um enfraquecimento do organismo e, consequentemente, a manifestação de sintomas e doenças. O estresse infantil é pouquíssimo conhecido, sendo bastante difícil encontrar pesquisas sobre o assunto, tanto no Brasil como no exterior.

Fontes de estresse infantil  


Pesquisas revelam que o estresse na criança pode estar relacionado a fatores internos e externos, da mesma forma que ocorre com o adulto.

Os fatores internos referem-se às características de personalidade, pensamentos e atitudes da criança, diante de várias situações que ela precisa enfrentar na vida. Assim sendo, o estresse pode ser criado por ela própria, de acordo com sua maneira de perceber a si e o mundo ao seu redor.

As fontes internas de estresse na criança são: ansiedade, depressão, timidez, desejo de agradar, medo do fracasso e de punição divina, preocupação com mudanças físicas, dúvidas quanto à própria inteligência, interpretações amedrontadoras de eventos simples ou mesmo medo de ser ridicularizada por amigos.

Já as fontes externas de estresse na criança são devidas às mudanças significativas ou constantes, responsabilidades e atividades (o miniexecutivo) em demasia, brigas ou separação dos pais, morte na família - principalmente de pais ou irmãos-exigência ou rejeição por parte dos colegas, disciplina confusa por parte dos pais, nascimento de irmão, doença e hospitalização, troca de professora ou de escola, pais ou professores estressados, medo de pai alcoólatra e até doença mental dos pais.



Atitudes dos pais que
podem prevenir o estresse infantil.



Primeiramente, os pais precisam cuidar do seu próprio estresse, para servirem de modelo para os filhos. Se diante de "situações problema", os pais agirem com muita ansiedade, os filhos terão a tendência de repetir os mesmos padrões de comportamento.

Atitudes positivas que envolvam a paciência, o prazer, a alegria de estar com a criança, a aceitação e a forma simples e realista de encarar os desafios do dia a dia, podem incentivar a criança a resolver os problemas e desenvolver a sua auto-estima.

É preciso ouvir a criança, não sobrecarregando-a com atividades extracurriculares; escutar com seriedade o que ela tem para dizer sobre o assunto e procurar oferecer atividades que sejam do seu agrado.

Respeitar o ritmo da criança e não fazer comparações - os irmãos são diferentes quanto ao seu ritmo de dormir, comer, aprender, socializar-se e até de caminhar - mesmo que os pais tenham outro modo de agir, também é uma ação indispensável, assim como a escolha cuidadosa da escola em que irá frequentar. É preciso ouvir com atenção as queixas da criança, pois ela pode estar vivendo um problema de fato.

Em caso de conflitos conjugais, é fundamental evitar o envolvimento das crianças, pois muitas vezes elas acabam por se sentirem responsáveis pela situação. Contudo, é muito importante que não se poupe a criança em demasia; uma criança excessivamente poupada não tem chances de se preparar para o mundo de hoje.

Estimular sua independência é algo fundamental, contanto que se respeite sua etapa de desenvolvimento natural.

Os pais devem evitar que seus filhos acreditem que só são valorizados e amados se tiverem um desempenho perfeito em tudo que fazem. Quanto a esse aspecto, o que tenho observado na clínica é que um dos principais causadores de estresse em crianças é a grande preocupação delas em corresponder às expectativas de sucesso dos seus pais. Desse modo, não atribuem valor à pessoa que são, mas por aquilo que fazem.

Por fim, acredito que os cuidados dos pais com o controle do estresse infantil, juntamente com todos os profissionais que estão envolvidos com a educação das crianças, possa levar a uma sociedade mais produtiva, mais feliz e mais bem adaptada.


Trechos do artigo: "Os pais podem prevenir o estresse
de seus filhos" - Dra. Monica Mlynarz

domingo, 1 de julho de 2012

É mais fácil construir crianças fortes do que reconstruir adultos quebrados

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<>Conversando com a família<>









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 Como tem sido a estruturação familiar hoje em dia? Qual o papel da família na formação do individuo? Que educação de base as crianças estão tendo na escola, onde muitas famílias acreditam estar a salvação ou o remédio para sanar a dor dessas crianças abandonadas pelo limite?
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Hoje, o excesso de razão tem feito com que os pais não tenham a convicção da correção. Os pais passam a questionar sobre o momento certo para tal correção. Quem transforma hoje as crianças em verdadeiros vencedores? Quem são os heróis e exemplos dessas crianças, que clamam por socorro?
O titulo do clássico do cinema americano Assim caminha a humanidade tem sido a desculpa mais comum entre muitos, porque, muitas vezes, eles mesmos desconhecem onde cometeram os primeiros erros.

Peca-se quando se permite que os meios de comunicação dialoguem mais com os filhos do que os próprios pais, pois, na maioria do tempo, estes estão simultaneamente presentes e ausentes.

Estuda-se tanto para criar estratégias educativas relacionadas ao limite da criança, porém, no exato momento de colocá-las em prática, pais e educadores não conseguem. Será que, os pais e educadores, inflados pelo excesso de informação sobre o assunto, seriam capazes de impor limites a essas crianças se muitos deles não tiveram.
Aprender a receber um "não" ensinará a criança que a vida nem sempre lhe dirá um "sim", evitando frustrações. Aprender a receber um "não" é aprender a dizê-lo também. A criança que aprende a receber um "não" também o dirá às drogas, ao álcool, ao sexo prematuro, à falta de respeito, à mentira. Dirá não a tudo que tentar substituir os pais.

O que chamamos de falta de limite nada mais é do que uma forma de dizer "olhem pra mim, estou aqui, me socorram". As crianças não precisam de manual para ser compreendidas, precisam de uma família compromissada. A família precisa saber que há uma enorme diferença entre criar e educar. Crianças educadas são fortes emocionalmente e fisicamente, crianças criadas são apenas fortes fisicamente e gastam essa energia de forma errônea.

Então, se o desejo da sociedade é construir homens fortes, precisamos rever nossos conceitos educacionais e travar uma batalha contra essa invasão inovadora da modernidade - em que tudo parece normal. Os pais estão perdendo os filhos para um fantasma que os assombra por muito tempo, e eles não sabem como exorcizá-lo: o fantasma da ausência.

O mundo acelerado exige que se trabalhe cada vez mais para que os filhos possam ter mais. Porém, será que apenas isso os satisfaz? Será que não seria muito mais significativo para uma criança uma conversa ao pé da cama ou um beijo de boa noite do que um celular novo?

Os complexos de um adolescente e adulto - baixa autoestima; a insegurança para dar os primeiros passos, escolher uma profissão, mudar de emprego; ou até mesmo fáceis tarefas como escolher uma roupa - serão sempre reflexo da infância sem limites. Quando percebemos que a solução para esses conflitos é o seio de uma família bem alicerçada pelo respeito, pelo amor e pelo afeto ao próximo, grandes conflitos mundiais serão solucionados, porque todos eles são de ordem pessoal. Será difícil construir uma rocha, mas colher migalhas perdidas no caminho será sempre impossível.

"Limitar é ensinar a tolerar frustrações. É prevenir para que, no futuro, uma dificuldade qualquer não se transforme em uma barreira intransponível".


Tânia Zagury

Artigo adaptado: Revista Construir Noticias -
janeiro/fevereiro 2010, páginas 28 a 30,

Por Thaís Andrade

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Timidez na Infância

Conversando com a Família

A timidez é uma característica de personalidade, onde a pessoa não consegue conviver com situações sociais tendo que interagir com um grupo de pessoas ou mesmo com um único sujeito. Pode vir acompanhada de diferentes reações do corpo humano, como aceleração do batimento cardíaco, sudorese excessiva nas axilas ou nas mãos e não conseguir olhar nos olhos dos outros.
É um padrão de comportamento no qual a pessoa não consegue lidar com situações do cotidiano, como um simples diálogo, compartilhar momentos agradáveis com amigos e familiares.
A pessoa tímida costuma sofrer muito, pois não aprende a estabelecer vínculo afetivo com outras pessoas, sentindo-se solitária e distante dos outros, porém sem saber como lidar com a situação e não tendo coragem de se aproximar dos outros, fica na dependência de que as outras pessoas sempre puxem assunto. Normalmente, são aquelas pessoas que só respondem às perguntas dos outros, de cabeça baixa e em tom de voz muito baixo.
Esses sintomas advêm de causas psicológicas e somente um profissional da área pode diagnosticá-las, poder contar com a ajuda dos mesmos só trará benefícios para a pessoa tímida.
A família pode ajudar a criança ou o adolescente em sua timidez, deixando que este aja de forma espontânea, sem perceber que alguém lhe observa, sem fazer cobranças sobre seu comportamento, muito menos em compará-lo com outras pessoas, sem fazer críticas e piadinhas desnecessárias. Na verdade, é importante que a pessoa sinta-se respeitada como todos.
Na escola, os pais devem comunicar o fato aos professores, buscando amenizar as ansiedades do filho - sensação de ameaça, de medo ou perigo - não aceitando brincadeiras de mau gosto, apelidos e menosprezo por parte dos colegas.
É importante que procurem manter relações de amizade com outros pais, para fazerem programas juntos, o que levará o filho tímido a ter maior segurança e confiança nas pessoas com as quais convive. Assim, estarão incentivando a amizade e aos poucos o filho irá se soltar com essas pessoas.
Outro fator importante para que a família ajude nas questões da timidez é dar oportunidade para a criança ou adolescente fazerem atividades fora da escola, que sejam de interesse do mesmo, como jogar bola, fazer aula de música, atividades manuais, artes plásticas, dentre outras, onde possa aumentar seu ciclo de relacionamentos sem que seja forçado a isso e sem que perceba a intenção de seus pais. Essas atividades também são boas para descarregar as ansiedades.
Com ajuda e o apoio da família, o tímido aos poucos irá se soltando, conseguindo superar tais barreiras e tornando-se mais apto a manter relações sociais.


Por Jussara de Barros