"Não existem sonhos impossíveis para aqueles que realmente acreditam que o poder realizador reside no interior de cada ser humano, sempre que alguém descobre esse poder algo considerado impossível se torna realidade". Albert Einstein

quinta-feira, 18 de maio de 2017

SAA

Através da Portaria 39 de 09 de março de 2012, foi instituído e normatizado a organização e funcionamento da Sala de Apoio à Aprendizagem, com atendimento destinado aos alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal.


  • RESPONSÁVEL PELA SAA:
 ADRIANA LUNA DE SANTOS MEDEIROS, habilitada em psicologia.

  •  A EC 19 é um polo de atendimento da SAA , que atende as seguintes escolas: EC 06, EC16, EC 18, EC 19, EC 27, EC 39,CEF 08, CEF 14.

  • QUAIS ALUNOS ATENDEM?
Alunos com Tanstorno Específico (TEF), de caráter multidisciplinar, prestado porprofissionais com formação específica. Entenda-se por Transtornos Funcionis Específicos, as dificuldades de        aprendizagem e/ou de comportamento em decorrência do Transtorno de Défit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Dislexia, Disfrafia, Dislalia, Discauculia, Disortogragia, Transtorno de Conduta(TC) e Distúrbio do Processamento Auditivo (DPAC).    


COMO FUNCIONA  A SALA DE APOIO À APRENDIZAGEM?

  • É direcionado para o acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem em uma perspectiva institucional e interventiva, sempre  em articulação com os profissionais da Equipe   Especilizada de Apoio à Aprendizagem (EEAA) e da Orientação Educacional (OE). 
  • O atendimento nas Salas de Apoio à Aprendizagem, acontecem no turno contrário ao de aula, em 02 encontros semanais com 01 hora de duração cada ou em 01 encontro com 02 horas de duração.
O QUE ACONTECE NA SALA DE APOIO À APRENDIZAGEM?   

  • O programa de atendimento aos estudantes com transtornos funcionais específicos por meio SAA tem  por objetivo de atender às dificuldades de aprendizado das crianças, adolescentes e adultos.
  • O atendimento é direcionado por meio de atividades que desenvolvam: as Funções Executivas ( atenção, figura-fundo, memória, organização e planejamento); Processo Fonológico (oralidade, leitura e escrita); Ginástica Cerebral( exercícios para estimular os dois lados do cérebro); Dificuldades Específicas (conceitos psicomotor, discriminação e percepção) e Autoestima.
  • Os grupos de atendimentos são divididos e acordo com as dificuldades de Aprendizagem apresentadas pelos estudantes e as especificidades referentes aos Transtornos Funcionais.

Texto de Adriana LUNA.
Postado por Cris Melo, 18/05/17 




                                                 


Reformas na Escola

 A Escola Classe 19 de Taguatinga agradece a presença do Deputado Professor Reginaldo Veras, Professor Acacio Ferreira Alves e equipe pela carinhosa visita. Foi através das Emendas Parlamentares via PDAF que conseguimos adquirir colchonetes para nossas crianças dormirem durante o descanso, pintar os dois pavimentos da escola e estruturar nossa Sala de Leitura. E vem mais por aí! !!! Agradecemos também o apoio incondicional da Coordenação Regional de Ensino de Taguatinga representados pelo Coordenador Professor Juscelino Carvalho e Assessora Professora Fernanda Melo.
A Educação Integral em Tempo Integral é possível sim! Com apoio estamos realizando sonhos! Sempre em busca da excelência na Educação!  

Att..
    
Thaís, gestora da EC19 de Taguatinga 
 Publicado por Cris Melo, em 18/05/17




quarta-feira, 17 de maio de 2017

Coordenação Coletiva

 A Coordenação  Coletiva de hoje foi diferenciada pela participação da psicóloga  Nara . Na qual falou sobre  a função da Equipe de Apoio a Aprendizagem (EEAA). A referida convidada esclareceu também em que situações os alunos deverão ser encaminhados para uma avaliação diagnóstica. E qual seria o suporte a ser oferecido à escola em situações diversas.

   





Por Cris Melo em 17/05/17.








terça-feira, 16 de maio de 2017

Educação financeira para crianças: primeiras lições devem começar na infância


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Qual é, afinal, o papel e a importância da educação financeira para crianças? Preparar financeiramente os pequenos é o processo de torná-los capazes de fazer o melhor uso possível do dinheiro. Assim, quando eles chegarem à fase adulta, saberão gerir seu dinheiro e conquistar uma boa qualidade de vida.
Sendo assim, a educação financeira é muito importante, pois garante tranquilidade — que, de acordo com pesquisa do Serviço Central de Proteção ao Crédito, não é tão simples de  ser conquistada: 25% dos casos de inadimplência no país são resultado de descontrole financeiro.
Quer descobrir como educar seu filho nessa área? Então continue a leitura deste post:

 Explique o que é o dinheiro  

Para começar a educação financeira para crianças, é importante, primeiramente, ensinar o que é dinheiro. Afinal, com os cartões de crédito e de débito, se torna ainda mais complicado para os pequenos entenderem como se dá uma transação. 
A meninada não pode encarar o dinheiro como uma “mágica” que realiza todos os seus sonhos; em vez disso, ela precisa entender que as moedas, as notas e os cartões estão ligados ao consumo.

Crianças pequenas

Para as crianças muito pequenas entenderem do que se trata o dinheiro, a sugestão é usar um pote transparente, que vai receber moedas diariamente. Assim, elas vão enxergar o dinheiro como algo real e palpável, que deve ser economizado e guardado.
 Além disso, os pequenos vão aprender a exercitar a paciência, vendo que é preciso esperar um tempo para juntar uma determinada quantia.

Crianças com mais de 4 anos

As crianças com mais de 4 anos podem ganhar uma carteira, na qual as notas e as moedas serão guardadas. Quando os pequenos tiverem dinheiro suficiente para comprar  algo bem simples (como uma barra de chocolate), acompanhe-os até a loja e ensine que, nesse momento, eles devem ter calma, pagar e esperar pelo troco.

Diga “não” quando for preciso

Quando as crianças pedirem para comprar algo, o adulto deve conversar e explicar a diferença entre querer e precisar. O indicado é fazer um carinho nos pequenos e deixar o ambiente — mesmo que haja choro.
Ao longo dos anos, as crianças vão ter consigo as lições sobre querer e precisar, e o consumo passará a ser algo equilibrado com o controle emocional recebido na infância. Acredito: os sentimentos são muito importantes, sendo esta uma conclusão até mesmo da revista Harvard Business Review.

Dê o exemplo

Por fim, mas não menos importante: seja coerente. A educação financeira para crianças só funciona quando o adulto dá o exemplo e demonstra que, de fato, não há dinheiro de sobra  no orçamento. Os pequenos, que sempre observam os seus responsáveis, logo notarão uma incoerência se os grandinhos gastam além da conta.
Como você pôde perceber, a educação, o controle emocional e os princípios recebidos em casa são os alicerces da educação financeira para crianças. Com eles, a boa formação do pequeno consumidor — que se trata de um processo longo e demorado — é garantida.
Você gostou deste post sobre educação financeira para crianças? Lembrou-se de outras  dicas? Então deixe um comentário neste post e compartilhe, com a gente e com os nossos demais leitores, a sua opinião e as suas ideias sobre o assunto!
Escola da Inteligência, criada por Augusto Cury .
Artigo Publicado em 16/06/17.  Por Cris Melo - blog EC 19 de Taguatinga .

quinta-feira, 11 de maio de 2017

ORIENTACÃO FAMILIAR

Saiba como ajudar na inteligência emocional dos filhos na adolescência


09/MAIO
            Cada indivíduo possui seu próprio perfil psicológico e comportamental, que faz  com      que cada um encare diferentemente as situações da vida. No processo de  amadurecimento da criança até chegar à adolescência, as mudanças hormonais, as experiências já acumuladas e a participação em variados grupos sociais torna esta uma fase delicada, mas igualmente rica. 
Nesse sentido, mais uma vez a família é chamada a oferecer suporte ao ser em formação, ajudando-o a gerenciar a nova paleta de emoções com que começa a ter contato e a inserção no mundo adulto, com as exigências e particularidades de nossa época. A hoje tão discutida (e já banalizada) inteligência emocional é o passaporte para uma existência mais feliz, equilibrada e plena de significado.
Para entender um pouco mais por que e como a família toma parte no processo de desenvolvimento dessa habilidade mestra — a inteligência emocional — prossiga a leitura!

O que é a inteligência emocional?    

Quando se fala em inteligência, de imediato pensamos em competências cognitivas,  isto é, relacionadas à construção de conhecimento e à resolução de problemas. No entanto, este é apenas um entre uma miríade de outras formas de inteligência, pouco ou nada exploradas (tampouco valorizadas) pelo paradigma educacional tradicional e a cultura em que estamos imersos. A exemplo delas, temos as ligadas à socia bilidade humana e à capacidade de lidar com as próprias emoções, as quais, associ adas a ramificações, passou-se a chamar de inteligência emocional. 
  Ela abrange a empatia, a compreensão dos sentimentos, o controle de impulsos, a        persistência diante de frustrações, a resiliência — habilidade para recuperar-se de  dificuldades ou adaptar-se a mudanças —, a automotivação e a motivação do outro.  Estas são competências que passam por um processo de amadurecimento emocio nal que deve ser encorajado desde a infância. 
Mas e quando a adolescência já chegou? É possível estimular o desenvolvimento dessa potência? Como a família pode cooperar? Passemos a 3 sugestões básicas:

Estabeleça um bom relacionamento 

O primeiro passo para trabalhar a inteligência emocional dos adolescentes é estabelecer um bom relacionamento com eles. Para isso, é importante que os familiares tenham respeito pelos jovens, colocando-se à disposição para ouvi-los e entender suas opiniões, valores e angústias, quer dizer, exercitando empatia para com eles. Sentindo-se respeitados em seus pontos de vista e contemplados no estabelecimento de normas e regras de conduta (começando pelo lar), os adolescentes tendem a  manifestar menos resistência, e a energia para a contestação da realidade é mais bem canalizada. Na prática, baixam a guarda, sentem-se reconhecidos em sua dignidade humana, o que eleva sua autoestima e solidifica sua identidade.
A partir da paciência e compreensão, a família pode criar um vínculo de confiança mais consistente com o adolescente. É fundamental que o jovem confie para que  possa considerar as orientações da família e recorrer a ela quando necessário. So bre este alicerce, o adolescente e seus familiares podem buscar, juntos, soluções para lidar com os problemas, anseios e frustrações próprios da adolescência. Isso  favorece o autoconhecimento e a capacidade de resiliência do jovem.       

 Mantenha diálogo constante 

Tendo um bom relacionamento com o jovem, a família tem a oportunidade de manter com ele um diálogo aberto, o que contribui para o seu desenvolvimento emocional e  social, já que boa parte da aprendizagem humana ocorre pela interação. A permissão para debater e questionar leva o adolescente a perceber diferentes aspectos da vida em sociedade, observando como se dão as relações entre as pessoas e se situ ar no mundo.
Além disso, o diálogo é a ferramenta central para resolução de conflitos familiares, o que a torna, em si mesma, uma habilidade que põe a inteligência emocional em exercício. É bastante comum que, na adolescência, as visões sejam divergentes das dos adultos. Em vez de reduzir essa postura a um mero caso de autoafirmação ou rebeldia sem causa — como frequentemente acontece — por meio da conversa, adolescentes e familiares têm a chance de ouvir as opiniões uns dos outros, sem a obrigatoriedade de um consenso. Eis a arte do dissenso com amor!
Dialogar, enfim, auxilia no controle dos impulsos, na prática da tolerância e na experiência da alteridade, que quer dizer estar ciente da legítima existência de um outro além de si próprio, disciplinando o instinto ancestral de encarar a diferença como ameaça. 

Equilibre liberdade com limites               


Na adolescência, é comum que os jovens sejam curiosos, envolvam-se com diver sas atividades e busquem por aceitação, expressões naturais do desenvolvimento humano. Oferecer espaço para que ele exercite sua autonomia para fazer escolhas e agir em sociedade é papel, antes de tudo, da família. 
Assim, agir no sentido de auxiliar o desenvolvimento da inteligência emocional do  adolescente é dialogar exercitando a escuta, propor limites sem imposições, encontrando um equilíbrio entre a condução segura e a liberdade para que ele experimente, erre, construa suas indagações e percepções próprias. É, enfim, amar, se tomarmos este dom em toda a sua sublime proposta de permitir que cada um se torne quem de fato é, renunciando ao hábito de buscar no outro nossa imagem e semelhança.
E você? Prepara as habilidades emocionais de seu jovem para a vida? Gostaria de gerar um saudável debate sobre este tema tão importante? Compartilhe o post em suas redes sociais!

      Av


 


 

 

       





              







     



         
                                        

terça-feira, 9 de maio de 2017

Sustentabilidade, nós somos responsáveis pelo Planeta Água !!!

Olhando para um simples copo com água, ao que este nos remete a pensar?





Bom, aparentemente quase nada, pelo simples fato de usar esse bem preciso de forma automática e imperceptível. Mas são nos pequenos hábitos que está a essência da vida. Vejamos: matar nossa sede, nossa fome, respirar, dormir... todos esses hábitos nos matem a vida. No entanto, não paramos para pensar em cada atividade diária como estas! 
Contudo, lançaremos algumas perguntas para que pensemos na importância dos recursos naturais: Atualmente corremos o risco de ficar sem água potável?? Como anda o nosso clima?? Vc acha que houveram mudanças climáticas ao longo dos 10 anos?? 
Fica aqui estes questionamentos, a fim de que possamos olhar mais o que nos cerca, não só para utilizar o que a natureza nos fornece dadivosamente, como também para cuidar, preservar, apreciar e sobretudo amar.
Nestas perspectivas, a Escola Classe19 lança um tema bastante relevante para ser estudado, discutido, a fim de que possamos desenvolver novos hábitos nas nossas crianças e estes hábitos possam ser refletidos para gerações futuras, assim como a geração anterior nos deixou hoje esse legado por todo o nosso Planeta Água.
Então que toda comunidade escolar participe deste tema que é Eixo do trabalho pedagógico: Educação para Sustentabilidade, dentro do alcance de cada segmento escolar ou individualidade.


Por Cris Melo em 09/05/17

Orientação Familiar


Com o Psicoterapeuta, educador, e autor da metodologia OPEE: Léo Fraiman

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Fuga de responsabilidade: evite que seu filho tenha esse hábito

Estimular o senso de responsabilidade nas crianças parece ser um desafio? Educar é uma tarefa diária, que necessita de paciência, abertura e envolvimento dos pais. Saiba que existem estratégias para desenvolver com as crianças seu senso de responsabilidade, destinando a elas tarefas condizentes com a realidade de sua faixa etária e individualidade.
Quando as crianças são estimuladas desde cedo a assumir compromissos, contribui de maneira significativa para que se tornarem jovens e adultos autônomos e comprometidos. Aos poucos, com o passar do tempo, a criança pode assumir cada vez mais atividades dentro de casa, claro, conforme seu ritmo e capacidade. Atitudes simples, como retirar o prato da mesa, organizar os brinquedos ou arrumar a cama fazem toda a diferença  para um desenvolvimento saudável da criança.
Acompanhe a leitura e descubra como prevenir a fuga de responsabilidade dos seus filhos!

Delegue tarefas de acordo com a idade

As tarefas devem ser atribuídas aos poucos, conforme a faixa etária e considerando a individualidade da criança. Ensine, oriente, mostre como a ação deve realizada, elogiar a realização das tarefas é uma maneira de incentivá-la.

Até os 3 anos

Fazer bagunça com os brinquedos não é um problema se seu filho aprender a guardá-los depois de brincar. Caixas organizadoras podem facilitar o processo. Ensine onde deve ficar cada objeto e deixe-o realizar a tarefa, interferindo somente quando houver dificuldade. Deixe claro que o ambiente deve ficar como ele o encontrou.

De 4 a 6 anos

Nesta faixa de idade, a criança já pode retirar o prato da mesa e levá-lo à pia, além de ajudar na arrumação do quarto. Mostre como guardar livros, sapatos e outros itens pessoais nos lugares certos e ensine a colocar as roupas sujas no cesto, por exemplo.

De 7 anos em diante

A partir dessa idade, a criança pode ser estimulada com tarefas mais elaboradas ou complexas, como colocar a mesa e separar o lixo reciclável. É importante que ela fique encarregada de preparar a própria mochila e materiais para a escola ou atividades de lazer. Você pode acompanhar e de maneira sutil sugerir itens faltantes, mas permita que ela faça a primeira arrumação.
Desde que isso não represente riscos à criança, deixar que ela faça pequenas escolhas é uma forma de construir sua autonomia e demonstrar a ela que toda escolha envolve uma consequência. Trata-se de uma experiência vital para o amadurecimento emocional infantil.

Resista a vontade de fazer você mesmo

Com vontade de ver a atividade realizada rapidamente, você vai e faz. Mas não caia na tentação de resolver a bagunça ou organizar o material para que as coisas aconteçam rapidamente ou do jeito que você espera. Assim, a criança compreende que possui  e quais são suas responsabilidades, e de que maneira pode ajudar nas atividades da casa.
Caso ele quebre um prato ou se esqueça de fazer alguma tarefa, o melhor a se fazer é dialogar com seu filho. Erros e imprevistos fazem parte dessa caminhada. Procure orienta-lo em relação aos cuidados, mesmo para que ele não se machuque, assegure a ele que ninguém nasceu sabendo,. Não censure os equívocos, oriente e ensine como as atividades são realizadas.

Entenda que responsabilidade não tem gênero

Outra tendência a ser evitada é determinar tarefas de meninas e de meninos. Independentemente do gênero, a criança deve entender que ela pertence a uma comunidade familiar e social e que, por isso, deve contribuir. Da mesma forma que as meninas, meninos podem lavar seu prato ou tirar a mesa.
Atribuir tarefas às crianças desde cedo não apenas previne a fuga de responsabilidade, como também é uma forma de dar a elas a certeza de serem capazes de aprender, realizar e efetivamente contribuir para o mundo ao seu redor, o que fortalece a autoestima e o senso de coletividade.
Escola da Inteligência. Criada por Augusto Cury

terça-feira, 2 de maio de 2017

REUNIÃO DE PAIS E MESTRES

Resultado de imagem para a importancia dos pais na reunião escolar AUGUSTO CURY

O interesse pela educação de crianças e adolescentes é o elo mais forte que pode existir entre pais e escola. Por isso, reservar na agenda o horário das reuniões convocadas pela instituição de ensino e ir a elas preparado para participar é uma tarefa fundamental ao longo dos anos de formação escolar dos filhos.



CONVITE AOS PAIS,

CONVIDAMOS PAIS E/OU RESPONSÁVEIS PARA NOSSA PRIMEIRA REUNIÃO BIMESTRAL. 
Data: 06/05/17, sábado.
Horário: 8:00

NESTA REUNIÃO PROCURE:
  1. Participar da reunião do começo ao fim.
  2. Escutar até o fim eventuais críticas feitas ao seu filho e só então, com calma, argumentar e pedir sugestões de como melhorar o desempenho dele.
  3. Esperar o fim da reunião para falar com o professor sobre alguma questão particular do desempenho do seu filho.
  4. Deixar o celular no modo silencioso.
  5. EVITAR chegar depois do começo ou ir embora antes do fim da reunião. Isso atrapalha seu andamento e demonstra falta de interesse pela educação da criança.





Att. Equipe Gestora.










EDUCAÇÃO EMOCIONAL PARA CRIAÇAS

Todo ser humano é um universo de possibilidades. Ter um filho ou trabalhar com crianças é ter nas mãos uma responsabilidade que vai muito além da educação formal, de ensinar normas básicas de convívio social.
A criança é como uma esponja: absorve informações e reproduz o que vê ao seu redor. Como muitas vezes as pessoas responsáveis por ela não se dão conta de suas angústias, de seus sentimentos, os pequenos não estão preparados emocionalmente para verbalizar o que sentem.
Incentivar as crianças a falar sobre seus sentimentos é algo que deveria ser praticado desde o momento em que elas conseguem compreender conceitos como alegria, medo, tristeza, raiva, ciúmes. Sentimentos que podem ser facilmente percebidos pelos adultos que as rodeiam, mas que usualmente deixamos passar.
COMO FAZER PARA QUE OS PEQUENOS IDENTIFIQUEM SEUS SENTIMENTOS E LIDEM MELHOR COM ELES?
Em primeiro lugar, devemos ter consciência de que o que uma criança vive pode não parecer nada para um adulto, mas para ela, em seu universo, é de extrema importância, é real. São esses sentimentos e sensações muitas vezes desprezados por seus responsáveis que farão dela um adulto mais ou menos equilibrado. Portanto, merecem toda a atenção. A criança tem uma capacidade de compreensão muito mais aguçada do que podemos imaginar e, em sua linguagem, devemos estar prontos para o diálogo.
Ao acordar à noite, com medo da bruxa ou do lobo mau, a criança menor (até 4 anos de idade), está tentando dizer que algo a atemoriza. Ela usa o conto de fadas pra enviar essa mensagem. Um erro é tentar provar para a criança que a bruxa não existe, nem o lobo, nem o monstro. Seria o mesmo que dizer a ela que seus medos não existem, seria desdenhar sua angústia. Ela não consegue colocar em palavras e desconhece, na verdade, que seu temor pode ser a possibilidade da perda da proteção de seus pais, por exemplo. Melhor será ajudá-la a ter certeza de que esses “predadores” não estão em casa, abrindo portas, olhando debaixo da cama junto com ela, procurando algum esconderijo possível. E, então, acolhê-la nos braços e dar a ela a segurança que procura, esperando que adormeça no conforto de sua proteção.
Ao ficar um pouco mais velha, a criança terá alguns conceitos mais definidos. Mas precisará do incentivo para não apenas falar sobre suas emoções, mas para perceber que ela mesma tem recursos internos para buscar ajuda ou até resolver por ela mesma as questões que as afligem.
Confira dicas para desenvolver em seus filhos a percepção das emoções e encorajá-los a pensar e a falar a respeito.
Procure ou invente uma historinha que tenha situações passíveis de serem vividas por seu filho, em que os personagens possam ser parecidos com os da vida real.
Escolha uma emoção que possa estar presente na história (Por exemplo: raiva ou tristeza porque um dos personagens não foi convidado para uma festa).
No fim da história, pergunte ao seu filho: se fosse você, como sentiria se não fosse convidado para a festa? Ou como você se sentiria se alguém quebrasse seu brinquedo? Ou como seria ter viajado com seu amigo?
Continue questionando: O que você faria se estivesse no lugar do personagem? Teria outro jeito de resolver a situação?
Faça com ele uma lista de possibilidades para aplacar a angústia do personagem, de forma lúdica. Tenha a certeza de que essa “brincadeira” estará fornecendo a ele subsídios para que aprenda a lidar melhor com os próprios sentimentos, a falar sobre eles e a buscar ajuda.
Procure sempre saber como foi o dia de seu filho. Quando ele lhe contar algum fato ocorrido na escola, por exemplo, faça com ele o exercício de se colocar na situação. Investigue como ele se sentiria se estivesse no lugar do colega, o que poderia ser feito para solucionar a questão, de forma que fosse melhor para todos os envolvidos. Sugira também outras alternativas, para que ele perceba que existem muitas saídas para um mesmo problema.
Uma criança emocionalmente bem desenvolvida torna-se um adulto mais capaz de enfrentar e solucionar suas dificuldades. Tenha sempre em mente que você pode aprender muito com seus filhos!


Escola da Inteligência, Educação Socioemocional


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Coordenação Pedagógica 2017

   O primeiro Conselho de Classe desse ano em curso está acontecendo nos dia 25,26,27/04/17. Este é um dos momentos mais importantes em que cada escola realiza, aponta, analisa, pondera, discutem decisões para que sejam implantadas no próximo bimestre, no sentido de encontrar os melhores caminhos ou diretrizes para nortear os trabalhos dos professores, os quais visam o progresso permanente dos alunos. 

Por: Cris Melo, em 26/04/17